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30.4.2015

5 maneiras práticas de colaborar para uma cidade melhor

Neste artigo separamos 5 práticas que vão te ajudar a colaborar para tornar sua cidade melhor. Confira!

Eu imagino que a cidade onde você vive deve ter um montão de problemas. É o trânsito que te atrasa, as filas que te aborrecem, a natureza que anda esgotando seus recursos. Infelizmente eu tenho uma verdade para te dizer: a culpa é nossa. A cidade onde vivemos de nossa responsabilidade.

Nós somos o trânsito, nós somos a fila, nós somos o gasto de água todos os dias. A boa notícia é que existe solução pra todos esses dilemas! Com algumas práticas diárias, podemos ajudar a fazer da cidade um lugar melhor. E por onde você pode começar? Com estas dicas aqui embaixo. Confira:

Dê altas para o seu carro

Eu sei que você vai trabalhar todos os dias de carro. Eu sei também que muitas vezes você demora muito para chegar ao trabalho. Que tal deixar seu carango na garagem algumas vezes na semana? Se você achar que vai te dar muito trabalho, então comece com algumas vezes por mês. Vá para o trabalho de bicicleta e você já faz um exercício físico e aproveita melhor o tempo que você gastaria no trânsito.

Experimente ir de ônibus para terminar de ler aquele livro que você nunca tem tempo para ler. Faça isso quantas vezes puder. O que você vai ganhar com isso? Economia na gasolina, ganho de tempo e produtividade e um trânsito um pouquinho menos engarrafado.

Faça tudo online

Pague as contas do seu banco pela internet. Evite comprar presentes de natal no shopping optando uma loja online. Precisa enfrentar o cartório? Sabia que a maioria deles pode te atender via internet? Se você opta por resolver suas pendências pela internet você vai diminuir as filas da sua cidade, diminuir o tempo que você vai contribuir com o trânsito engarrafado e ficar mais bem humorado, afinal, você não teve que ficar 1h em uma fila para pagar uma conta!

Economize água. Muita água.

Esta é uma prática que, definitivamente, você não pode ignorar. Hoje nós estamos vivendo um momento muito sério em relação aos nossos reservatórios de água e, consequentemente, com a produção de energia elétrica. São Paulo correu riscos de ter um racionamento de energia que pode levar a dois dias sem energia! Isso pode ser evitado se cada um ficar mais atento com o consumo de água. Se conseguirmos economizar, é possível reverter este cenário.

Então implemente sistema de reutilização da água, seja da chuva ou da sua máquina de lavar. E não precisa ser algo caro ou complexo, um tanque que acumule a água por exemplo já ajuda. Evite banhos longos, lave com balde e não mangueira e faça o que mais você puder.

Seja um patrono das artes

Que coisa chique, né? Mas você não precisa necessariamente patrocinar um evento artístico da sua cidade, basta você ouvir as músicas dos artistas locais, ir aos museus, apoiar feiras e outras iniciativas culturais. Isso também é apoiar a arte e cidade que tem uma cultura forte, é uma cidade mais feliz e bonita!

Se aproxime dos seus vizinhos

Como exatamente ser amigos dos seus vizinhos pode ajudar você a viver numa cidade melhor? Bom, há muitas respostas para a sua pergunta. Mas, basicamente, quando você tem um bom relacionamento com a vizinhança, vocês compartilham os problemas cotidianos com os outros e podem pensar em soluções conjuntas. Por exemplo, vocês podem resolver contratar um vigia noturno juntos, pode instaurar na rua uma coleta de lixo seletiva, pode até reunir para realizar algum evento cultural no bairro. Tudo isso é ajudar a ter uma cidade melhor para se viver!

E na sua cidade, como é? Você já faz algo para melhorá-la? Conhece boas práticas que acontecem nela? Então conta pra gente aqui nos comentários!

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A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

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