100%
7.5.2015

5 motivos para começar a fazer home office

Sabia que o home office pode ajudar a sua produtividade? Depois de ler nossos 5 motivos para começar a fazer home office, você vai se apaixonar pela prática.

Trabalhar de casa já foi taxado como coisa de quem não gosta de trabalhar, já disseram que atrapalha os resultados de uma empresa e estaciona o desenvolvimento dos funcionários. Se você ainda acredita nisso, é hora de mudar seu conceito!

O mundo mudou e as relações de trabalho estão mudando junto dele. Atualmente, o home office é sinônimo de investimento para empresas e de felicidade e produtividade para os funcionários. Não acredita? Então dá uma olhada nestes 5 motivos que separamos para você mudar de ideia e começar a fazer home office hoje mesmo!

Transforme o tempo-preso-no-trânsito em tempo produtivo

Segundo uma pesquisa do Conselho de Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (CNI), o brasileiro gasta em média 1:04h por dia no trânsito. São 5 horas por semana! Imagine o quanto você conseguiria produzir durante este tempo. Com home office você tem este tempo de volta e pode usá-lo de uma maneira muito produtiva. Você pode trocar 1h no trânsito por 1h respondendo e-mails, terminando tarefas no prazo e até cuidando da sua saúde, porque não? Home office é sinônimo de tempo mais produtivo.

Mesa com computador, caderno de anotações, caneta e xícara de café em cima.

Você gasta menos tempo em reuniões e interrupções do escritório

Assim como o trânsito, o dia a dia do escritório também pode consumir seu valioso tempo. Como? Pense nas inúmeras reuniões de 5 minutos que duraram 1 hora, nas vezes que seu telefone tocou sem parar ou até mesmo quando olhar para a parede do seu escritório simplesmente te deixou parada. Sair do escritório pode renovar seu ambiente, sua mente e ajudar você a focar mais no trabalho. Em casa você define suas interrupções, suas pausas. Mesmo se você tiver filhos que possam te interromper, você ainda sim pode controlá-los mas do que as reuniões sem fim.

Você finalmente vai produzir no seu horário mais produtivo

Calma, deixa eu explicar melhor. O modelo de 8 horas de trabalho, começando às 8 e terminando às 18h é uma convenção que funciona para algumas pessoas. Tem gente que se sente mais produtivo durante a noite, por exemplo. Imagine a frustração de uma pessoa terminando de trabalhar às 18hrs quando sua mente está em seu ápice produtivo! Trabalhando de casa você define seus horários, você descobre qual período é mais produtivo e pode usar isso a seu favor. Com certeza a empresa vai ficar satisfeita, afinal, se você produz mais, a empresa cresce junto.

Você e a sua empresa vão ficar mais ricos

Tá bom, eu exagerei. Vocês não vão ficar milionários – quem sabe! –, mas certamente irão economizar muito com o home office. Como? Com a gasolina que você não gastou para ir para o trabalho, com a energia elétrica que você não usou na empresa, com o almoço que você preparou em casa, e por aí vai. Na conta final, você vai ver que a economia é maior do que você imaginava, tanto para você quanto para a sua empresa. É lucro para todos os lados.

Quebrar a rotina aumenta a felicidade

O ser humano não foi feito para ser repetitivo. Ele foi feito para ser curioso, imaginativo, inovador. Claro que ele consegue trabalhar anos a fio durante 8hs por dia, 5 dias por semana. No entanto, quebrar a rotina pode revitalizar a vontade e a mente das pessoas. Experimente um dia de home office e veja como você vai se sentir diferente e ter ideias diferentes para aplicar no trabalho!Essa prática proporciona um rendimento, uma produtividade diferente de tudo o que você já experimentou até hoje. Empresas que sabem da importância e eficiência do home office, aderem e recomendam!

E como funciona na sua empresa? Você faz home office? Qual a sua opinião sobre? Deixe seu comentário contando pra gente e participe da conversa.

Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form.

A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

Colab

Sobre o autor

Somos a rede social para cidadania e a ponte entre você e o governo. Eleitos o melhor app urbano do mundo.