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15.6.2015

7 dicas de boas práticas no trânsito

Neste artigo separamos 7 dicas de boas práticas no trânsito que todo motorista deveria conhecer. Confira!

Quem é que nunca perdeu uma tarde inteira preso em um congestionamento? O nervosismo é grande, a agonia também. O tempo simplesmente não passa (ou então corre apressado, quando estamos atrasados) e até o ar parece ficar abafado, como que imóvel. Os dedos tamborilam impacientes sobre o volante, inúteis: não dá pra passar marcha ou apertar fundo o pedal do acelerador, não dá nem pra se mexer. Tem certas coisas que simplesmente não podem ser negadas — e essa certamente é uma delas: o trânsito é uma verdadeira dor de cabeça na vida dos brasileiros.

Frotas de carro gigantescas, infraestrutura precária de ruas e avenidas, desrespeito às regras, imprudência e nervosismo. Esse conjunto de fatores faz das vias urbanas um lugar muitas vezes associado aos caos e à insegurança. Pode parecer improvável, mas pequenas atitudes e cuidados podem ajudar (e muito!) a contornar esse problema.

Confira algumas dicas que poderão minimizar o risco de acidentes e situações de estresse causadas pelo trânsito pesado das cidades de hoje em dia:

Vá ao mecânico

Pode parecer bobo, mas muita gente se esquece disso. Não há nada mais importante do que manter em dia as revisões do carro. Motor, rodas, equipamentos de segurança, painel. Tudo isso precisa de manutenção regular para funcionar bem. Procure uma oficina de confiança para evitar ficar em maus lençóis no meio da rua.

Faça uso dos equipamentos de segurança

Essa é uma norma que não dá pra esquecer, não é verdade? Os avisos são tantos e tão frequentes que não há qualquer justificativa para deixar de usar o cinto de segurança. Mas atenção: a obrigatoriedade dos itens de proteção não é exclusiva de quem está de carro. Na moto, o uso do capacete também é essencial — e isso inclui o carona! Para os ciclistas, capacete e luzes refletivas não podem faltar de jeito nenhum!

Mantenha distância

Eis a regra de ouro da direção defensiva. Os instrutores da autoescola não cansam de bater nessa tecla: nada de ficar grudadinho no veículo da frente. É preciso manter certa distância dos demais carros para o caso de freadas bruscas ou movimentos repentinos. Essa simples medida preventiva pode poupá-lo de uma batida desagradável e inesperada. Se estiver ao lado de motos ou bicicletas, a distância precisa ser ainda maior: qualquer esbarrão pode levar a um desequilíbrio ou queda.

Nem mesmo um copinho inocente

É difícil resistir a uma cerveja bem geladinha, não é mesmo? Mas todo motorista precisa ter claro em mente que, tal como óleo e água, bebida e direção simplesmente não se misturam. O álcool pode deixar nossos reflexos mais lentos, a concentração fica mais difícil e o nível de atenção mais baixo. Para não falar na coordenação, que fica debilitada a cada novo gole. Não dá para correr esse risco, né? Nas noites de diversão e badalo, opte sempre pelo táxi!

Dê seta!

Se você vai virar à direta, sinalize. Caso seu trajeto envolva uma curva para a esquerda, dê seta o quanto antes. Lembre-se: os demais motoristas não têm a obrigação de adivinhar o seu trajeto e nem o seu próximo passo. Antecipar movimentos e manobras pode fazer a diferença para um trânsito seguro e livre de colisões.

Ciclistas também seguem regras

Engana-se quem crê que as normas sejam exclusividade de motos e carro. Bicicletas, tal como qualquer veículo, também precisam andar na linha: além de equipamento de segurança e sinalização obrigatórios, os ciclistas não devem nunca circular na contramão. É preciso respeitar o sentido de trânsito e, de preferência, andar pelo lado direito, já que a pista esquerda é a de maior velocidade e, consequentemente, a de maior risco.

Respeite a sinalização

As placas de trânsito não servem de enfeite: elas estão ali para uma função muito específica: orientar os motoristas. Se você avistou uma placa de pare, reduza a velocidade para quase zero no local apropriado. Atente às regras de velocidade, às indicações de curvas perigosas, à sinalização em geral. As faixas de pedestre tampouco são adornos bonitinhos. Trata-se, ao contrário, de um espaço sagrado. Respeite-as!E então? Conte para gente o que achou das nossas dicas e compartilhe suas experiências no trânsito nos comentários!

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A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

Colab

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