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5.7.2018

Aprenda a criar comunicados via Comunique no Colab Gov

Sabia que pelo Colab você consegue enviar recados para a população? Aprenda a criar comunicados via Comunique no Colab Gov!

Olá!

Se quiser criar comunicados via Comunique, a nova função do Colab Gov, esse passo a passo vai te ajudar.

O comunique é uma maneira prática para dar qualquer tipo de comunicado para o cidadão, como atualizações das etapas de alguma obra, horário de fechamento de parques em um dia de feriado, campanha de vacinação, avisos da Defesa Civil, divulgação de eventos da prefeitura... O que você quiser! E o melhor é ir monitorando se esse aviso tá chegando no público que você de fato gostaria!

Passo 1

Ao entrar no Colab.Gov, com o seu login e senha, clique em comunique. Nesse espaço você poderá visualizar os comunicados em vigor, os inativos, e também criar novos comunicados.

Tela do Comunique - Colab para criar o comunicado
Tela do Comunique - Colab para adicionar do comunicado

Passo 2

Ao criar um novo comunicado, você precisa obrigatoriamente colocar um Título Interno - que só é visível para o gestor do Comunique, não aparece para o usuário - , uma Data de Início e uma Data de Fim. Além disso, é necessário ter um texto ou uma imagem – ou os dois! Você também pode anexar um link ao seu comunicado :O

Tela do Comunique - Colab para escrever os temas do comunicado

Quando terminar, clique em publicar, e o comunicado estará disponível para você monitorar.

Monitoramento

Você pode monitorar o alcance do seu comunicado (pessoas atingidas), a abertura (número de usuários que clicaram na notificação e acessaram eventuais links que você programar o comunicado para redirecionar), e visualizar informações sobre gênero, idade, escolaridade e bairro dos usuários alcançados. Esses dados são tirados dos perfis dos usuários, então se tiver um alto número de bairros como "indefinidos", por exemplo, é porque os usuários escolheram não declarar ao fazer o cadastro no Colab.

Tela de monitoria

Quando publicado, o comunicado chega para o usuário por notificação.

  1. A notificação fica disponível para os usuários na Central de Notificações do app ou da web;
  2. A notificação por push é enviada ao usuário na Central de Notificações do sistema operacional.

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A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

Colab

Sobre o autor

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