100%
3.1.2019

As novidades do Colab para 2019

O ano mal começou e o Colab já está cheio de novidades. Confira o que estamos preparando para esse ano!

2019 já começou e aqui no Colab já estamos à todo vapor! Algumas novidades importantes já estão disponíveis para que você acompanhe e comece o ano com o pé direito inovando na gestão pública. Acompanhe as dicas:

Dica 01:

Os primeiros dias de transição de governo são sempre um marco nas rotinas da administração pública. Durante esse período, a imprensa costuma  dedicar um tempo de cobertura às primeiras ações dos políticos eleitos e também de suas equipes. Os servidores também costumam construir e confirmar as expectativas da mudança.Pensando nisso, a WeGov (parceira do Colab) desenvolveu o projeto 101 Dias de Inovação no Setor Público, que  consiste em disponibilizar conteúdos web sobre inovação durante os 101 primeiros dias do ano de 2019.

Capa do projeto 101 dias de inovação

Os servidores públicos receberão por e-mail - através de inscrição gratuita - vídeos, podcasts, textos e webinars focados em ajudá-los nessa missão. Aqui no Colab, acreditamos que esses conteúdos podem ser de grande inspiração e serventia aos servidores, portanto, convidamos a todos que se inscrevam no seguinte link: https://101dias.wegov.net.br/assine.

Esperamos que estes novos conhecimentos e técnicas sejam inspiração na implementação de soluções reais. Para entender mais do programa, assista a este vídeo: http://bit.ly/Teaser101Dias

Dica 02:

O próximo webinar do Colab ainda não tem uma data definida, mas você já pode se inscrever e já garantir a sua presença. O tema da vez será Como inovar no governo através de participação social.

Capa do Webinar Como inovar no governo através da participação social?

Inscreva-se no link e receba em primeira mão as novidades: https://pages.colab.re/webinar-como-inovar-no-governo-atraves-de-participacao-social

Dica 03:

Você sabia que a consulta ONU-Habitat e Colab foi estendida? Se você ainda não teve tempo de responder, a hora é agora! A pesquisa sobre cidades e comunidades sustentáveis já conta com quase 8MIL participações. Com certeza você não pode ficar fora dessa. Para responder, acesse: https://consultas.colab.re

Tela do colab para responder consultas públicas

Dica 04:

Se você acompanhou as redes sociais do Colab no mês de dezembro, com certeza ficou sabendo sobre o curso de Gestão Pública Colaborativa que o Colab lançou. Foram 100 alunos adquiridos na primeira versão. Um sucesso total! Saiba o que as pessoas estão dizendo sobre o curso:

Comentários das redes sociais do colab
comentário das redes sociais do colab

As inscrições para a primeira turma se encerraram. Mas você pode se inscrever para a lista de espera no link: http://pages.colab.re/lista-de-espera/ Agora é com você: Quer conteúdos de qualidade aqui no blog do Colab? Quer saber tudo sobre Gestão Pública Colaborativa? Ficar por dentro das últimas novidades? Escreva para contato@colab.re Sua sugestão é MUITO importante para nós! Envie o seu melhor e-mail! :) Até a próxima!

Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form.

A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

Colab

Sobre o autor

Somos a rede social para cidadania e a ponte entre você e o governo. Eleitos o melhor app urbano do mundo.