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23.6.2015

Citymapper - O Melhor App de Transporte Urbano agora em São Paulo!

O Citymapper é o melhor app de transporte urbano do mundo e agora chegou em São Paulo. Saiba mais sobre essa nova opção que promete facilitar a vida do paulistano!

Quem nunca ficou perdido e sem saber qual ônibus pegar? E será que ir de ônibus é mesmo a melhor opção? Onde fica o metrô mais próximo? E tem como alugar bicicleta aqui perto?

Ia dar muito trabalho juntar todas essas informações, né? Bom, na verdade já deu muito trabalho e o resultado é o Citymapper.

Diferente de outros apps de mobilidade urbana, o Citymapper explora cidades uma por uma, no mesmo estilo do Uber. Não é nada automático/colaborativo como no Google Maps ou Waze. Vantagem? Não tem groselha. É tudo muito confiável. Desvantagem? Vai demorar um pouco pra incluir todas as cidades... Por isso devemos agradecer por já terem dado atenção ao Brasil e ter São Paulo completamente de graça!

Tela do Citymapper para selecionar a sua cidade

Vamos logo para o que ele oferece:

Get Me Somewhere

Quando se trata de transporte urbano, várias coisas estão em jogo: Qual o trajeto mais rápido, como vou pagar, quanto vou andar em cada modal ou a pé etc. Ele indica, inclusive, se o busão tá perto ou não e o horário que vai passar. E é preciso. (sim, pode comemorar).

Tela do Citymapper para Web
Versão Web

Tela do Citymapper para android
Versão Android

Esse é o clássico: Você coloca o destino e ele te dá diversas opções de ônibus pra pegar, com ou sem bilhete único. Aqui vem a grande diferença: Você pode escolher também ir de bike e ele mostra os locais mais próximos para alugar e quantas estão disponíveis. Ainda falta o trajeto de ciclovias na cidade. Isso ia ajudar muito!

Tela do Citymapper com trajeto

O grande problema: Não te dá as direções para ir dirigindo.

Enfim, acho que faz parte de um conceito de cidade mais limpa também, não? ( até porque eles dão o trajeto de táxi, o que é quase a mesma coisa, mas sem ter que tirar seu carro da garagem…). Em outras cidades é possível pedir um Uber direto pelo app, mas isso não rola em São Paulo ainda, infelizmente!

Como eles mesmos disseram: “Nossa missão: Deixar as cidades mais fáceis de usar. Estamos reinventando o aplicativo de transporte para as cidades mais complicadas do mundo.” - É, parece que tá dando certo...

Near

Essa parte é excepcionalmente interessante pra quem é perdido na cidade ou está visitando uma nova. Sabendo a sua localização ele mostra os pontos de ônibus e aluguel de bicicleta mais próximos (Inclusive aparecem todas as linhas que passam nos pontos), além das estações de trem e metrô que REALMENTE estão próximas.

O problema é que é um pouco difícil pra achar o nome da linha. Eles trabalham mais com o número dela e às vezes o destino pode ajudar bastante quando se está perdido.

Dashboard/ City

Aqui você só explora se tiver um login. Ele salva caminhos e destinos favoritos, pontos de ônibus e estações a serem monitoradas. Pra quem usa CPTM, por exemplo, é muito bom por conta da muito frequente “velocidade reduzida”. O app te manda uma notificação quando isso acontece.

Extras

Como se isso tudo não fosse suficiente, eles fazem tudo isso de um jeito muito fácil de usar e muito bonito do ponto de vista estético. Existem outras funcionalidades como compartilhar seu trajeto ou localização com alguém ou mandar do computador pro celular. É questão de explorar...Mas o mais divertido são os “meios realmente alternativos” que surgem de vez em quando no app:

Tela do Citymapper
Citymapper4

Ativando alguns deles você pode inclusive jogar um joguinho muito legal enquanto espera o busão.

Tela do Hoverboard do Citymapper

Cidades como Londres, Paris, New York, Berlin, Madrid, Boston, San Francisco, Tokyo, Lisboa já entraram nessa e você pode votar para escolher a próxima!Se você já usa o Citymapper fala aí o que você acha! É o único app de transporte urbano no meu celular (fora o Waze, do qual estou tentando me livrar)

Link para Android

Link para iOS

Link para Web

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A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

Colab

Sobre o autor

Somos a rede social para cidadania e a ponte entre você e o governo. Eleitos o melhor app urbano do mundo.