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27.9.2018

Colab na mídia

Entre Agosto e Setembro de 2018, o Colab foi citado em várias matérias e até em jornal de televisão. Confira os veículos que estão falando da gente!

Nos meses de agosto e setembro o Colab esteve em alguns veículos importantes e queremos compartilhar as matérias legais que saíram sobre nós na mídia! Vem conferir! :)

Agosto

A matéria sobre Empresas com serviços para população de baixa renda saiu no SPTV Primeira Edição e fala sobre negócios de impacto social que estão recebendo consultoria e aceleração da Artemisia, uma organização sem fins lucrativos, pioneira na disseminação e no fomento de negócios de impacto social no Brasil. Segundo o site, tem a missão de Identificar e potencializar uma nova geração de empreendedores(as) e negócios de impacto social que sejam referência na construção de um Brasil justo e ético. Além do Colab, lá estão outras 9 empresas que também estão passando pelo processo.

Veículo: SPTV

Nome da matéria: Empresas com serviços para população de baixa renda participam de programa de aceleração

Data da publicação: 13 de agosto de 2018

Link: https://globoplay.globo.com/v/6941323/programa/

Ainda em agosto, o Colab foi citado pela Jout Jout em seu canal, na série Era Uma Vez um Voto. Assistimos e indicamos que as pessoas vejam, inclusive os outros vídeos da também :)

Ficamos muito felizes! Vale assistir por conter também, outras iniciativas além do Colab que sejam de melhoria para a vida do cidadão.

Veículo: Youtube Canal da Jout Jout

Nome do vídeo: #3 Como Participar Disso aí?

Data da publicação: 20 de agosto de 2018

Link do Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=NmbSnopvDNY&feature=youtu.be

Setembro de 2018

No início de setembro foi a vez do Projeto Draft, segundo o site, um projeto editorial dedicado a cobrir a expansão da inovação disruptiva no Brasil, contando um pouco sobre a história do Colab desde 2013 segundo nossos sócios fundadores Paulo e Gustavo. Vale a pena a leitura!

Veículo: Projeto Draft

Nome da Matéria: Como o Colab, uma rede social focada na zeladoria urbana, cresceu e se tornou um negócio lucrativo

Data da publicação: 17 de setembro de 2018

Link: https://projetodraft.com/como-o-colab-uma-rede-social-focada-na-zeladoria-urbana-cresceu-e-se-tornou-um-negocio-lucrativo/

A matéria sobre Empreendedorismo cívico: propiciando maior participação e engajamento de cidadãos nas decisões públicas de Maure Pessanha, fala sobre como as tecnologias que ampliam a participação cidadã deram início ao surgimento de negócios de impacto social. Vem conferir!

Veículo: Estadão PME | Pequenas e Médias Empresas

Nome da matéria: Empreendedorismo cívico: propiciando maior participação e engajamento de cidadãos nas decisões públicas

Data de publicação: 19 de setembro de 2018

Link: http://blogs.pme.estadao.com.br/blog-do-empreendedor/empreendedorismo-civico-propiciando-maior-participacao-e-engajamento-de-cidadaos-nas-decisoes-publicas/

Conta pra gente o que você achou nos comentários, ou através do nosso e-mail contato@colab.re :) Até a próxima!

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A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

Colab

Sobre o autor

Somos a rede social para cidadania e a ponte entre você e o governo. Eleitos o melhor app urbano do mundo.