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14.9.2018

Cruz Alta e Colab - Uma parceria de sucesso

A charmosa cidade de Cruz Alta, no noroeste do Rio grande do Sul, e o Colab firmaram uma parceria de sucesso. Veja como essa parceria funciona na prática!

Cruz Alta é a cidade de Érico Veríssimo, com aproximadamente 63.615 (2016) habitantes. Uma charmosa cidade localizada no Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul. No mês de novembro, Cruz Alta e Colab firmaram uma parceria de sucesso, para melhorar ainda mais a gestão e inovação da cidade gaúcha. Além da constante busca da prefeitura em melhorar o relacionamento com o cidadão, agora todo mundo pode ser ouvido e participar das decisões estratégicas de gestão pública da cidade através do próprio celular. E ser ouvido(a) de verdade!

Se você é de Cruz Alta e ainda não baixou o aplicativo, acesse: www.colab.re

Nós do Colab, ficamos MUITO felizes com esta nova parceria e fomos até lá para conversar sobre gestão colaborativa e a usabilidade do aplicativo por parte da prefeitura e dos cidadãos. Agora, a prefeitura de Cruz Alta poderá gerir ainda melhor as informações sobre os cidadãos e melhorar o atendimento das demandas da população com mais eficiência.

O vídeo completo sobre nossa passagem pela cidade, você pode ver aqui.

Frame do vídeo gravado em Cruz alta

Ah! Quer saber mais sobre gestão pública colaborativa? Temos 4 palestras curtas para você aproveitar:

Informação e Comunicação: um olhar para o futuro

Palestra de André Tamura: Diretor Executivo da WeGov, empreendedor público, entusiasta da inovação em governo e das mudanças sociais. Desde que trabalhou como operário de fábrica no Japão, tem evitado as “linhas de produção”, de produtos, de serviços e de pessoas.

O excesso de burocracia atrapalha a inovação no Brasil?

Palestra de Juliano Seabra: Especialista no tema do empreendedorismo, explica porque o excesso de burocracia é um entrave para o desenvolvimento da inovação no Brasil.

Participação Social e os Objetivos do Desenvolvimento sustentável da ONU

Palestra de Haroldo Machado: Senior Advisor do Programa das Nações Unidas (PNUD), e tem ampla trajetória na Organização das Nações Unidas (ONU). É também ponto focal do PNUD no Brasil sobre a agenda de desenvolvimento pós-2015 e, atualmente, co-preside a Força Tarefa no âmbito do Sistema ONU no Brasil sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Soluções colaborativas para o governo

Palestra de Gustavo Maia: Cofundador do Colab, rede social para cidadania premiada como melhor aplicativo urbano do mundo, top 5 apps de governo e participação do mundo, startup de maior impacto social e maior potencial global pelo BID.

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A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

Colab

Sobre o autor

Somos a rede social para cidadania e a ponte entre você e o governo. Eleitos o melhor app urbano do mundo.