100%
20.2.2018

Dizem que o ano começa só depois do Carnaval... aqui não!

Esperar o carnaval passar para o ano começar? Aqui não! No Colab, o ano já começou! Venha conferir as nossas novidades.

Já faz algum tempo que não ocupamos esse espaço, e queríamos começar pedindo desculpas a você, que buscou pelo nosso blog e notou que ele ficou muito tempo sem ser atualizado. É que durante esse período, estivemos pensando em como transformar esse blog em um grande ponto de encontro de toda a comunidade que ou trabalha com a gente ou se interessa pelo o que nós estamos fazendo! Para tirar o atraso, queremos contar um pouco sobre tudo o que rolou nesse início de 2018 e porque esse será o ano do Colab!

Nós começamos o ano recebendo talentos novos na nossa equipe: Rodrigo, Helô e Lu Jardim são nossos novos estagiários e trabalham nos times de Vendas e de Cidades respectivamente! A missão do Rodrigo é, junto com a Dani melhorar a nossa forma de comunicar o nosso trabalho para os nossos clientes, parceiros e usuários. Já a Helô tem como objetivo transformar todos os dados que uma plataforma como o Colab pode oferecer em informação útil e capaz de auxiliar gestores públicos no processo de tomada de decisão. E por fim, Luiza, chegou para dar aquela forcinha no suporte cotidiano às cidades, acompanhando os resultados do Colab em cada município e procurando criar novas soluções que possam melhorar o dia a dia da gestão pública municipal.

Apresentação dos novos integrantes do colab

Com a equipe completa, nos dias 15 e 16 de Janeiro, rolou o nosso planejamento estratégico anual. Foram dois dias intensos pensando e construindo o futuro que queremos para o Colab, tudo isso com a facilitação do nosso mentor Thomaz Ribas, que nos manteve focados e nos ajudou a traçar as metas e as métricas de cada time para esse ano!

Manifesto do Colab como sendo a ponte entre cidades e cidadãos

Feito o planejamento, hora de colocar a mão na massa! E aqui já temos também muitas novidades: nosso CEO Gustavo Maia esteve na Globo News para conversar um pouquinho com o economista Samy Dana sobre a importância de negócios sociais voltados para a cidadania e o trabalho que o Colab tem feito junto à mais de 110 prefeituras do Brasil. Quer assistir? É só clicar aqui para assistir a entrevista na íntegra!

Enquanto isso, nosso time trabalhou muito para atingir números incríveis, olha só! Do começo de Janeiro até hoje, foram  realizadas pelos cidadãos de Recife, Teresina e Niterói 32.175 fiscalizações colaborativas sobre essas cidades. Dessas fiscalizações, 15.751 já foram solucionadas pelas prefeituras com a ajuda dos nossos City Managers!

Retrospectiva de quantas fiscalizações foram resolvidas pelo app

Além disso, estamos com três consultas públicas nacionais no ar: a primeira é sobre ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU), que vai até o dia 05/03 e que você pode responder clicando aqui; outra para entender que tipos de conteúdo sobre gestão pública você gostaria de acompanhar nos canais do Colab, estamos preparando algo novo e queremos construir esse próximo projeto junto com a nossa comunidade, para contar pra gente quais são seus interesses, é só clicar aqui; e por fim, nós queremos saber qual é a percepção dos cidadãos sobre o que é, de fato, uma gestão pública eficiente, à luz da Agenda 2030, e você pode participar clicando aqui.  

Banner anunciando o Colab como parceiro nos objetivos de desenvolvimento sustentavel da onu

Há ainda uma novidade quentinha que queremos compartilhar. Nosso plano de trabalho para o Pitch Gov foi aprovado! Não entendeu nada? Calma, a gente explica! No final de 2017 fomos selecionados pelo governo do estado de São Paulo para desenvolver soluções para dois desafios propostos pela atual gestão dentro da esfera do Pitch Gov:

  • “Como potencializar o acesso à Rede de Ouvidorias para que os cidadãos tenham um canal de relacionamento mais eficiente no qual possam fazer suas manifestações (críticas, reclamações, denúncias, sugestões e elogios), recebam respostas e acompanhem o andamento de suas solicitações, de forma transparente, ampliando também a governança do sistema pela equipe de ouvidores?”
  • “Como ampliar e facilitar o acesso dos usuários à Arsesp e às discussões do processo regulatório, indo além do registro de reclamações nas áreas de Serviço e da Ouvidoria?”

Desde então, nossa equipe vem trabalhando em criar um plano de trabalho para construir junto com as entidades governamentais responsáveis por cada desafio soluções inovadoras e eficientes! Em breve teremos mais notícias sobre essa oportunidade incrível que recebemos e que estamos trabalhando com muito carinho.

Por fim, estamos muito felizes de estar de casa nova! Nós já nos mudamos para o Centro Ruth Cardoso e em breve nosso escritório estará pronto para receber visitas e anfitrionar eventos incríveis. Tudo isso faz parte da nossa missão de construir um ano incrível, o melhor ano do Colab e comemorar esses 5 anos de existência em grande estilo, gerando muito impacto social e transformando a gestão pública no Brasil

Curtiu? Clica aqui para continuar acompanhando as notícias do Colab!

Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form.

A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

Colab

Sobre o autor

Somos a rede social para cidadania e a ponte entre você e o governo. Eleitos o melhor app urbano do mundo.