100%
21.11.2018

Empreendedorismo do bem - Colab participa do Festival Cult.ive

Empreendedorismo do bem é o tema do Festival Cult.Ive do qual o Colab vai participar. Confira a programação e venha curtir com a gente!

O Colab foi convidado para a primeira edição do Festival Cult.ive. Evento voltado para apresentação e discussão de tendências de mobilidade urbana, economia compartilhada e sustentabilidade. O evento acontece nos dias 24 e 25 de novembro, na praça Victor Civita.Confira a programação abaixo e venha participar do painel junto com o Colab :)

O evento é gratuito e aberto ao público!

:: CULT.IVE CONTEÚDO || Talks e Palestras

Com gente inspiradora, bacana e do bem falando sobre:

Sábado: 24/11 - Felicidade Urbana: 11h-12h

Marcio Sussumu: professor em Mindfullness, curador do app Zenbox.

Luan Cardoso: realizou o maior evento colaborativo de arte urbana do mundo.Mauro Calliari: autor do livro "Espaço Público e Urbanidade em São Paulo", fundador da ONG Cidade a Pé.

Economia Compartilhada: 15h-16h

Leonardo Domingos, do Veículo Urbano, empresa inovadora que possui o primeiro app de compartilhamento de carro elétrico FREE FLOATING da América Latina.Daniela Ribeiro, da Roupateca, primeiro serviço de guarda-roupa  compartilhado do Brasil.

Casa do Agora: 17h-18h

Arthur Norgren, CEO da Contain.it,  fábrica de design, referência na construção modular e em mobiliário urbano

Empreendedorismo do Bem: 19h-20h

Fabio Procópio, CEO da Gooders, moeda social que recompensa quem  faz o bem.

Paulo e Gustavo, da Colab.re, rede  social para cidadania premiada como melhor aplicativo urbano do mundo.

Domingo: 25/11- Economia Circular: 11h-12h

Alex Seibel, da Positiv.a, que desenvolve e comercializa uma linha de produtos de limpeza consciente, baseados no princípio da economia circular. Rodrigo Jobim, da Molécoola, que transforma seus recicláveis em benefícios.Chicko Souza, Plataforma Verde, primeira  startup do Brasil na área ambiental a  receber o prêmio Technology Pioneer

Mobilidade Elétrica: 14h-15h

Rodrigo Amado, head de mobilidade da CBMM.Lucas di Grassi, campeão 2016-17 da Fórmula E, CEO EDG.Alejandro Agag, fundador e CEO da Fórmula E.

Alimentação Saudável: 17h-18h

Lara Foster, CEO da Lanche & CO, empresa  especializada em comida natural e orgânica  para escolas.Luisa Haddad, do Pé de Feijão,  um negócio de impacto que utiliza  hortas urbanas como palco para transformar  a relação das pessoas com a comida.Patrícia Julianelli, jornalista  especialista em nutrição, autora do livro "Boca  Livre - Comida e Boa Forma com Muito Prazer e Sem Neura".

Energia Sustentável: 18h30-19h30

Rodrigo Amado, head de mobilidade da CBMM.Marcelo Loureiro, CEO da RIDE, startup de compartilhamento de patinetes elétricas.Ricardo Costa, CEO da GDSolar, empresa brasileira que projeta, implementa e gera energia elétrica por meio de usinas fotovoltaicas.

Thank you! Your submission has been received!
Oops! Something went wrong while submitting the form.

A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

Colab

Sobre o autor

Somos a rede social para cidadania e a ponte entre você e o governo. Eleitos o melhor app urbano do mundo.