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10.12.2018

Novidades da Semana no Colab

Para essa semana preparamos muuuuuitas surpresas aqui no Colab. Confira a nossa programação e participe!

Aula ao vivo - Triângulo da Gestão Pública Colaborativa - Aprenda o que é e como implantar um sistema de gestão pública inovador.

Se você atua em algum órgão público no Brasil já deve ter percebido que o modelo de gestão atual gera muito menos eficiência e resultado do que deveria. Se quiser participar ativamente da mudança desse cenário, assista à aula ao vivo com Gustavo Maia cofundador do Colab.Uma aula ao vivo, dia 11/12 às 20h30 que vai te ensinar como várias cidades do Brasil, de vários portes diferentes, já mudaram sua forma de trabalhar e vêm alcançando resultados expressivos.

Inscreva-se aqui: http://www.colab.university

Evento Cult.ive

Gustavo Maia e Paulo Pandolfi no painel do CULT-IVE

O Colab participou do Festival Cult.Ive na sua primeira edição. Falamos um pouco sobre o funcionamento do Colab nas cidades e municípios, e muito sobre gestão pública colaborativa. Confira alguns momentos importantes nos vídeos abaixo:Parte 1:

Gustavo Maia no Cult.Ive

Parte 2:

Gustavo Maia no Cult.Ive

Consulta ONU

Está chegando ao fim a consulta da ONU em parceria com o Colab que pesquisa a percepção do cidadão em relação à sustentabilidade nos últimos dois anos de todas as cidades brasileiras. O objetivo é traçar um diagnóstico do avanço do Brasil nas metas do desenvolvimento urbano sustentável da ONU. Hoje, a consulta conta com mais de 6 mil participações de cidadãos em mais de 693 cidades.Se você ainda não respondeu, basta acessar www.colab.re.

Caso já tenha respondido, e gostaria de promover mais respostas em sua comunidade, o Colab tem o Programa de Embaixadores, que te permite ter um link exclusivo e ainda ganhar prêmios.Saiba mais sobre o Programa de Embaixadores aqui.

Inscreva-se no Programa de Embaixadores aqui.

Colab na Mídia

O Catraca Livre está publicando, sempre às quartas-feiras, um apanhado sobre os resultados já colhidos na consulta. A cada semana, um tema abordado na consulta será destacado. A ideia é mostrar como os brasileiros avaliam a evolução das suas cidades nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU nos últimos dois anos.O tema da semana passada foi: ONU: brasileiros veem melhora em comunicação com as prefeituras

Veja a matéria na íntegra aqui.Tem alguma sugestão de pauta e gostaria de ver a matéria aqui no blog do Colab? Escreva para: contato@colab.re e fale conosco! :)

Até breve

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A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

Colab

Sobre o autor

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