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12.9.2018

Soluções colaborativas para o governo

O Colab Gov Summit trouxe muitas soluções colaborativas para o governo. Confira um pouquinho do que rolou no evento neste artigo!

Logo do Colab Gov Summit

Gustavo Maia palestrou no Colab Gov Summit, um evento promovido pelo Colab para juntar pessoas influentes e falar sobre gestão pública colaborativa com 48 horas de conteúdo exclusivo. Agora, você que não assistiu, ou gostaria de assistir novamente, pode acessar os conteúdos aqui.

Contando um pouco sobre como o Colab surgiu, Gustavo fala sobre a trajetória que nos levou a receber um prêmio mundial: melhor aplicativo de cidades do mundo! - E também, como é possível a renovação e inovação para planejar e executar políticas públicas.

Assistir vídeo completo

É sabido que as pessoas querem participar do futuro da cidade e do governo de uma maneira geral, mas como fazer para engajá-las? Transformando um cidadão comum em um promotor da mudança em seu município ou cidade?

Gustavo conta conta também sobre a sua trajetória na Universidade de Harvard, onde, aprendeu a teoria do triangulo da legitimidade do professor Mark Moore:

E como a utilização destes três pontos, delibera o equilíbrio para a criação de soluções colaborativas :)

Acesse o conteúdo completo aqui.

Gustavo Maia é publicitário, estudou Advertising Design no Istituto Europeo Di Design em Barcelona, cursou MBA em Marketing na FGV, Certificates in Business Administration no Insper-SP e Criação de Soluções Colaborativas para Governo na Universidade de Harvard. É cofundador do Colab, rede social para cidadania premiada como melhor aplicativo urbano do mundo, top 5 apps de governo e participação do mundo, startup de maior impacto social e maior potencial global pelo BID.

Em 2017, pelo Colab, foi selecionado pelo Departamento de Estado Americano no Unreasonable Goals, processo de aceleração para16 empresas do mundo selecionadas por trabalharem pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

O Colab tem mais de 150.000 usuários no Brasil e 100 prefeituras como clientes. Gustavo é Empreendedor de Impacto Social pela Endeavor; representando o Colab, em 2014, foi eleito Cidadão Sustentável de São Paulo pela CBN, Catraca Livre e Rede Nossa São Paulo e é Empreendedor Cívico da RAPS (Rede de Ação Política pela Sustentabilidade).Além da palestra sobre Soluções Colaborativas para o Governo, temos ainda:

Informação e Comunicação: um olhar para o futuro

Palestra de André Tamura: Diretor Executivo da WeGov, empreendedor público, entusiasta da inovação em governo e das mudanças sociais. Desde que trabalhou como operário de fábrica no Japão, tem evitado as “linhas de produção”, de produtos, de serviços e de pessoas.

O excesso de burocracia atrapalha a inovação no Brasil?

Palestra de Juliano Seabra: Especialista no tema do empreendedorismo, explica porque o excesso de burocracia é um entrave para o desenvolvimento da inovação no Brasil.

Participação Social e os Objetivos do Desenvolvimento sustentável da ONU

Palestra de Haroldo Machado: Senior Advisor do Programa das Nações Unidas (PNUD), e tem ampla trajetória na Organização das Nações Unidas (ONU). É também ponto focal do PNUD no Brasil sobre a agenda de desenvolvimento pós-2015 e, atualmente, co-preside a Força Tarefa no âmbito do Sistema ONU no Brasil sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

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A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

Colab

Sobre o autor

Somos a rede social para cidadania e a ponte entre você e o governo. Eleitos o melhor app urbano do mundo.