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1.10.2018

Tudo o que você precisa saber sobre a consulta do ONU-Habitat em parceria com o Colab

Neste artigo separamos tudo que você precisa saber sobre a consulta pública do ONU-habitat em parceria com o Cola.

Você já sabe que o ONU-Habitat e Colab querem saber a sua opinião sobre a sustentabilidade da sua cidade. Por isso, separamos algumas dúvidas que podem ajudar você no momento de responder às questões:

O que é a consulta?

A consulta digital tem o objetivo de auxiliar o ONU-Habitat e municípios brasileiros a alcançarem o Objetivo do Desenvolvimento Sustentável (ODS 11), que visa tornar as cidades e os assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis até 2030.

Qual o resultado disso?

Com os resultados da pesquisa, será possível propor ações efetivas após compreender como as diferentes partes interessadas de uma cidade podem alinhar e aprimorar suas responsabilidades no âmbito da sustentabilidade.

Quem está solicitando a consulta?

O Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) é a Agência da ONU ponto focal para a urbanização sustentável. Através do Colab, disponibiliza a pesquisa à nível nacional.

Até quando vai a consulta?

A consulta ficará disponível entre 1 de outubro a 24 de dezembro de 2018.

Quantas perguntas são?

Ao todo são 29 perguntas de múltipla escolha dentre os temas sobre transporte, transparência, entre outros. Você poderá responder através do seu computador no link: https://consultas.colab.re/cidades-sustentaveis Ou através do aplicativo do Colab. Se você ainda não possui o aplicativo baixado, basta acessar: Google Play ou App Store

Qual o papel do Colab nesse processo?

Através da ferramenta de pesquisa do Colab, será possível responder ao questionário e no final, comparar sua resposta com a resposta das demais pessoas da sua cidade em relação à sua opinião.

Quem deve responder e porque minha participação é importante?

Todas as pessoas devem responder ao questionário, sua avaliação é importante para que o resultado da pesquisa tenha dados relevantes para a tomada de decisão no futuro da sua cidade.

Onde posso realizar a pesquisa?

Basta você entrar no site do Colab ( www.colab.re) e acessar. Ou diretamente no aplicativo do Colab. Caso você ainda não tenha baixado vá em:

App Store

Google Pla

OuVia web por este link: https://consultas.colab.re/cidades-sustentaveis

Onde posso encontrar informações para compartilhar com meus amigos e familiares?

Você pode utilizar nossas redes sociais, lá estão as publicações oficiais que você pode compartilhar e enviar para sua rede de contatos. Se precisar de imagens para divulgação basta entrar em contato via: contato@colab.re que te enviamos o arquivo.

Onde posso entrar em contato para tirar dúvidas?

Sempre que precisar, você pode entrar em contato através do contato@colab.re para dúvidas, sugestões, reclamações ou elogios :)

Nossas redes sociais também são um meio de contato útil. Os links estão abaixo: Facebook: https://www.facebook.com/colab.re/

LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/colab-re/

Instagram: https://www.instagram.com/colabapp

Ficou com alguma dúvida? Compartilha com a gente! Vamos juntos fazer parte da construção de cidades mais sustentáveis no Brasil. Até a próxima!

Convite para responder a consulta

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A democracia que conhecemos veio com a República? 

A resposta é não. Mesmo com o fim da escravidão e do império, o voto ainda era direito de poucos e excluía mulheres, analfabetos, mendigos, soldados de baixa patente, menores de  21 anos, padres e índios. 

Mas não pense que a exclusão de uma renda mínima aumentou consideravelmente o número de de eleitores, porque não mudou muito não: apenas 2% da população elegeu o primeiro presidente por eleições diretas, Prudente de Morais.


Os coronéis e os votos de cabresto

Acho que todo mundo já ouviu o termo “coronelismo” ou assistiu filmes e novelas de época nos quais existiam coronéis. O coronel, figura que existiu entre 1889 e 1930, era geralmente um fazendeiro rico que coagia seus “protegidos” a votarem em seu candidato de preferência, prática conhecida como voto de cabresto, já que as pessoas não podiam escolher seus candidatos livremente. 

As fraudes nessa época também eram constantes, já que não havia um órgão imparcial de controle das eleições e votos eram inventados e feitos no nome de outras pessoas - algumas que já tinham até morrido. Cabe lembrar que nesta época os votos ainda não eram secretos.


O voto feminino

Apesar da luta das mulheres no Brasil ter começado no final do século XIX, foi apenas em 1932, com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, que parte delas conquistaram o direito ao voto. 

Para ter direito à votar em 1932, as mulheres precisavam ser casadas e ter a permissão do marido, ou viúvas e solteiras que possuíssem renda própria. O direito ao voto só foi estendido a todas as mulheres em 1934, sendo facultativo a elas, mas obrigatório a todos os homens.

O voto secreto também foi instituído nesta época, porém, Vargas suspendeu as eleições com a implantação do Estado Novo. As eleições só voltaram a ser diretas em 1946, tornando-se o voto obrigatório também para as mulheres.


As eleições foram suspensas na ditadura?

Algumas sim, mas nem todas. 

Durante o período ditatorial (1964-1985), a população não tinha direito ao voto direto para Presidente da República, podendo escolher apenas os representantes do Poder Legislativo (deputados e vereadores), que deviam estar inscritos em um dos dois partidos da época: o Arena (partido dos militares) e o MDB (partido que existe até hoje e reuniu toda a oposição). 

Assim como o presidente, os senadores, governadores e prefeitos também eram eleitos indiretamente, alguns através de indicações dos Colégios Eleitorais.


Enfim, a democracia!

Com o fim da ditadura militar e com o advento da Constituição Federal de 1988, brasileiras e brasileiros puderam voltar a exercer sua cidadania através do voto. No ano de 1989, o Brasil elegeu seu primeiro presidente através do voto direto e universal, Fernando Color de Mello. 


E aí, sabia que o processo para adotarmos o voto universal e igualitário no Brasil tinha sido tão difícil? Muitas pessoas lutaram e morreram para termos esse direito, por isso não deixe de votar e seja consciente ao fazê-lo. 

Apesar de ser o mais popular, o voto não é o único mecanismo de participação social que existe, e como esse é o mês da participação popular no Colab, nós vamos abordar outras formas de participação nos próximos conteúdos. 

Quer aprender mais sobre isso? Então fica ligadinho aqui no blog ;)


 

Colab

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